Muitas obras de ficção científica, bem como algumas previsões feitas por tecnólogos e futurólogos sérios, prevêem que, no futuro, haverá uma enorme capacidade computacional disponível. Suponhamos, por um momento, que essas previsões estejam corretas. Uma coisa que as gerações futuras poderiam fazer com seus computadores superpotentes seria executar simulações detalhadas de seus antepassados ou de pessoas semelhantes a eles. Como seus computadores seriam tão potentes, eles poderiam executar um grande número dessas simulações. Suponha que essas pessoas simuladas sejam conscientes (como seriam se as simulações fossem suficientemente detalhadas e se uma certa posição amplamente aceita na filosofia da mente estivesse correta). Então, poderia ser o caso de que a grande maioria das mentes como as nossas não pertença à raça original, mas sim a pessoas simuladas pelos descendentes avançados de uma raça original. É então possível argumentar que, se fosse esse o caso, seria racional pensar que pr...
“Sem a música, a vida seria um erro” Nosso terceiro encontro terá como tema Música e Filosofia e acontecerá na próxima quarta-feira (04/06) às 14:00 no lab. 6. Venha participar!
A mitologia iorubana nos conta que Olorum criou o mundo, criando todas as águas, todas as terras e todos os filhos das águas e do seio das terras. Criou uma multiplicidade de plantas e bichos de todas as cores e tamanhos. Um dia, Olorum chamou Oxalá e ordenou que ele criasse o ser humano. Oxalá, sem perda de tempo, deu início ao trabalho que lhe foi ordenado. Fez um homem de ferro, constatou que era rígido demais. Fez outro de madeira, que também ficou muito sem jeito. Tentou de pedra, o homem ficou muito frio. Depois, tentou de água, mas o ser não tomava uma forma definida. Tentou fogo, mas, depois de pronto, a criatura se consumiu no seu próprio fogo. Fez um ser de ar, depois de pronto o homem voltou a ser o que era no princípio, apenas ar. Ele ainda tentou criar também, com azeite e vinho de palma. Mas nada aconteceu. Preocupado, sentou-se à margem do rio, observando a água passar. Das profundezas do rio surge Nanã, que indaga sobre a sua preocupação. Oxalá fala da sua responsa...
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